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Mídias sociais no mercado corporativo: por onde começar?

Postado por horacio @ January 23, 2010 em c2cballoon, empreendedorismo, mídias sociais

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Fluxo

As mídia sociais são talvez a primeira revolução silenciosa genuinamente do “século 21″. Até bem pouco tempo atrás empresas tinham a preocupação em organizar a “campanha do ano” e a ordem era simplesmente ignorar as tais redes sociais e aplicações web. Este tempo e estas empresas ficaram para trás…

O Brasil é o país com o maior número de pessoas conectadas e por mais tempo nas redes sociais. Como as empresas estão aproveitando os 80% dos usuários brasileiros que acessam os sites de relacionamento? Os tempos mudaram e mesmo corporações tradicionais e contrárias foram “arrastadas” para as comunidades, blogs e afins. Com raras excessões, o que se vê hoje são ações pontuais, desconexas e de caráter emergencial, para apagar incêndios com a marca da empresa.

Mídias Sociais

Ter uma presença efetiva nessa nova internet já deixou de ser há tempos ter apenas e tão somente um site / portal atualizado. A construção de uma imagem transparente e associada à inovação destas mídias sociais não acontece da noite para o dia, muito menos sem um fluxo, sem um planejamento de ações e principalmente sem o acompanhamento inteligente das métricas e resultados. É preciso ter “vontade política” e envolvimento dos colaboradores internos da empresa para a construção desse relacionamento e fugir da tentação de fazer a propaganda direta, o famoso “jabá”.

Sem ter uma organização das ações a serem realizadas e sem ter um conteúdo relevante e atraente ao público, o resultado não virá e isto tem sido um fator determinante para que o mercado corporativo em geral ainda resista em investir, de forma programada e sistemática, nas mídias sociais. A falta de logística e de maneiras para mensurar o retorno deixam gerentes de marketing, relacionamento e produto com a sensação de estar perdendo o “bonde”, o timing da oportunidade e pior, sem saber sequer por onde começar.

Como fazer este plano de marketing social? Estamos vendo diariamente que investir nas agências tradicionais são dinheiro jogado fora, já que o caráter inovador das mídias exige soluções realmente… inovadoras.

Não querendo e já fazendo nosso jabá, propomos um Fluxo de Mídias Sociais Integradas. É um fluxo orgânico, dinâmico e apesar de estar longe de ser uma verdade única, permitirá ao mercado corporativo planejar as inciativas, investir no relacionamento e na sinergia gerados pelas mídias sociais.





O Wordpress é absurdamente simples e bom como gerenciador de conteúdo para o site de sua empresa (CMS)

Postado por tatiana @ January 15, 2010 em aplicações web, c2cballoon, empreendedorismo, mídias sociais

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Porque nem sempre uma bazuca é a melhor opção

Porque nem sempre uma bazuca é a melhor solução.

Corinthians ou Palmeiras? Flamengo ou Vasco? Cada um tem a sua opinião e é o tipo de discussão que geralmente não leva a lugar algum. Por isso este post não tem por objetivo fazer um usuário de Drupal ou Joomla pular da cadeira e sim mostrar que, para uma enorme maioria, uma bazuca é algo grande demais, desengonçada, difícil de operar e nem um pouco prática.

A infinidade e qualidade dos plugins para Wordpress (mais de 4.200 “oficiais“) permitem gerenciar e adicionar uma gama enorme de funcionalidades, cobrindo as necessidades da maioria dos sites. E caso você precise de uma funcionalidade muito específica, saiba que desenvolver plugins novos para Wordpress é uma tarefa simples para qualquer desenvolvedor com razoáveis conhecimentos em PHP/MySQL. Por ser um sistema de código-aberto, todo o código pode ser personalizado de acordo com as reais necessidades da empresa ou do projeto em questão.

Dupla Dinâmica
Vale ressaltar, no caso do usuário final - publicador, editor ou administrador - que não há a necessidade de nehuma codificação, nenhum conhecimento técnico de programação para utilizar o Wordpress e editar o conteúdo do site.

Você pode não saber o que é SEO ou taxonomia, mas vai gostar de saber que utilizando o Wordpress, seu site estará muito bem adaptado para o Google e Yahoo por exemplo. Além disso, pela facilidade de publicação e utilização de tags e categorias, o tempo jogará a seu favor e o conteúdo será muito mais fácil e inteligentemente indexado pelos mecanismos de busca.

O Wordpress tem ótima curva de aprendizado e real preocupação com usabilidade. Na verdade, a experiência de navegação é bastante intuitiva e pequenas funcionalidades como re-dimensionamento automático de imagens e possibilidade de desfazer ou voltar para uma versão anterior do conteúdo, ajudam bastante a tornar a criação e edição de conteúdo quase “indolor”.

Por último, mas não menos importante, utilizar o Wordpress como CMS (content management system) dará aquele empurrãozinho que sua empresa precisava para finalmente criar um blog corporativo e poder ampliar ainda mais a presença na internet. Acabam-se as desculpas para criar este novo canal de comunicação. Além das páginas “fixas” de conteúdo seu site, automaticamente vocë poderá ter um blog de forma integrada, sendo alimentado pela mesma equipe que gerencia o site. É o conceito de site-blog que cada vez mais conquista adeptos no mundo corporativo
Alguns outros benefícios
URLs amigáveis

Nada de endereços eletrônicos incompreensíveis para você e principalmente para o Google. Em vez de algo do tipo “pagina.php?p=05145649646458″ você terá algo amigável e textual estilo “/lancamento-do-produto”. Bem melhor não?

Flexibilidade para um mega layout bacanudo
Se você acha que layouts para Wordpress tem que ser “pobres” e sem impacto visual está na hora de rever o seu conceito. Alguns exemplos de site-blogs implementados com Wordpress:

http://www.webdesignerwall.com/
http://www.almalatina.info/
http://www.seemonterey.com/
http://www.ilovecolors.com.ar/
http://www.13creative.com/
http://autoshows.ford.com/
http://www.c2cballoon.com (este site-blog: jabá)
http://www.nematoides.com.br/wordpress (quase prontinho: jabá)

Trackbacks e Pingbacks
Não se assuste! Apesar do nome, são meigos e úteis! Trackback é uma ferramenta que permite que outros blogs e publicações citem seu post e que você fique sabendo automaticamente quando isso acontecer. Toda vez que alguém citar seu post através de um trackback, você será notificado. O bacana é que, com isto, você fica sabendo da existência de outros site-blogs interessantes da sua área e acompanha quais formadores de opinião estão citando seus posts.

O Pingback é uma evolução do tracback. Faz basicamente a mesma coisa, mas enquanto os trackbacks precisam ser manualmente indicados, o pingback faz com que todos os links de um post sejam automaticamente tratados como trackbacks.

Concluindo
O Wordpress é uma alternativa sob medida para quem deseja praticidade, flexibilidade e interatividade, sem abrir mão de ferramentas colaborativas e de poder trabalhar com um layout impactante e diferenciado.

Faça você mesmo ou entre em contato conosco. Podemos ajudá-lo com todos os passos incluíndo a criação de layouts personalizados, desenvolvimento de plugins para Wordpress, consultoria para geração de conteúdo, entre outros.

Visite: http://www.wordpress.org
Entre em Contato: http://www.c2cballoon.com/blog-pt/fale-conosco/





Empreendedorismo do Bem

Postado por horacio @ January 7, 2010 em c2cballoon, empreendedorismo

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Quem é você?

Conversando com colegas em um butiquim, ouvi em alto e bom som a frase que inspiraria este post: “Empreendedor, empresário… é tudo a mesma coisa e são todos anti-éticos”. Não sei porque (na verdade até sei!), mas pensei imediatamente no clássico de Sergio Leone “The Good, the Bad and the Ugly” e na música “The Pretender” do Foo Fighters.

De tempos em tempos aparecem definições simples, singelas, mas que resumem toda uma filosofia e modo de pensar. Fernando Dolabela, um dos maiores expoentes nacionais em educação empreendedora, utiliza sem medo uma expressão que muitos pensariam duas vezes em utilizar: o empreendedorismo do bem.

Falar em empreendedorismo do bem pressupõe a existência de um empreendedorismo “do mal”, aquele que não tem preocupação com o desenvolvimento local, não reverte nada e não gera riqueza para a comunidade na qual está inserido.

Bonito não? Mas para que o discurso saia do papel é preciso uma mudança de postura que, felizmente, começa a despontar na nova geração de empreendedores brasileiros. Este olhar mais humanista reflete a real preocupação com a função social do empreendedorismo e já faz parte do íntimo de muitos empreendedores que sim visam o lucro, mas não a qualquer preço.

Este empreendedor se sente responsável em utilizar suas habilidades, experiências profissionais e formação acadêmica em benefício da sociedade, da construção de um mundo economica e socialmente mais eficiente, justo e sustentável.

A palavra “transformação” é viva, real e ativa no empreendedorismo do bem…

“E se eu disser que não sou como os outros?
E se eu disser que não sou apenas outro de seus brinquedos?
Você é o mentiroso (falso)!
E se eu disser que nunca me renderei?

Então quem é você?
Sim, quem é você?”

(The Pretender // Foo Fighters)

Atualizando o post: visite o Empreendedorismo do Bem. Cadastre-se e participe!





Sucos “on-demand”

Postado por tatiana @ January 4, 2010 em Client2Central, atendimento ao cliente, empreendedorismo

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"Pega aí, paga aí". Mais on-demand impossível...

Como você avalia um bom atendimento?

Ser atendido rapidamente? Ser ouvido e compreendido? Receber um feedback de tempo e solução? Cada pessoa tem uma maneira pessoal de avaliar, de se sentir “confortável” com a atenção recebida e essa maneira independe de padrões e fórmulas.

Aqui em Barão Geraldo, temos um case muito interessante. Um comerciante dono de uma pequena lanchonete de sucos e salgados, é o verdadeiro criador do conceito  “on-demand” (sob demanda) para atendimento ao cliente.

Em sua lanchonete, o cliente é quem se serve e também quem paga e faz o troco. Os sucos e vitaminas são feitos pelo comerciante, mas é “auto-serviço”: depois de batido no liqüidificador, o copo e o servir fica por sua conta…

Quem vai a primeira vez na lanchonete e não conhece o “sistema de atendimento” passa fome, vai embora ou aprende a se virar: dá a volta no balcão, pega o salgado, coloca o dinheiro no caixa e pega o troco.

E você pode pensar: este coitado não deve ter quase clientes… Engano! Ele está no mercado há no mínimo 25 anos e seus clientes são super fiéis ao “sistema”.

Como explicar esse “contra-case”? Eu credito seu sucesso ao respeito que o comerciante tem ao perfil que ele estabeleceu para seu estabelecimento e para seu público. Ele criou um diferencial de mercado através de um atendimento “diferenciado”.

Afinal, não é você que determina quais as qualidades e diferenciais em seu produto ou serviço. É seu cliente, que aponta e dá nota para isso!